O Blog do Movimento de Moradores do Alto do Lagoal e Vale da Terrugem

Ponto de encontro e mobilização dos habitantes do Alto do Lagoal e Vale da Terrugem dirige-se, também, a todos os interessados pelas questões da cidadania e melhor qualidade de vida.
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sexta-feira, 24 de agosto de 2012

O APROVEITAMENTO DA ÁGUA ATRAVÉS DOS TEMPOS - SISTEMA HIDRÁULICO DE CAXIAS




 










 
O Ministro da Justiça, Dr. Afonso Costa e o Subdirector da casa de Correcção de Caxias, Padre António de Oliveira, junto da cascata da Quinta Real 
 
 
Palácio da Real Quinta de Caxias
Paço de Massarelos (Caxias)
 
Julgávamos nós, gente do século XXI, que a água era tão abundante (a partir do Castelo do Bode) que nos poderíamos dar ao luxo de desperdiçar aquilo que ao longo de séculos foi construído e aprovisionado como elemento fundamental à vida.
 
Para além da questão estratégica (face a cataclismos), do valor patrimonial (edificado e ambiental), importa considerar o valor económico de igual modo. Por estas razões decidimos apresentar à CMO uma proposta para que se faça o levantamento destas estruturas (ou se actualize o já feito neste âmbito) e se promova a sua protecção e recuperação. Tal foi feito no contexto do "Orçamento Participativo da CMO".
 
Em face do desconhecimento dos detentores da tutela destes sistemas hidráulicos, procuramos obter informação junto do INAG, tendo recebido hoje uma mensagem da Agência Portuguesa do Ambiente, I.P. -  Administração da Região Hidrográfica do Tejo, solicitando informações complementares.
 
Após resposta, aguardamos com expectativa os exclarecimentos que procuramos. 




quarta-feira, 22 de agosto de 2012

O PALÁCIO DOS ARCOS (HOTEL)



Prosseguem a bom ritmo as obras no muito antigo Paço (Palácio) dos Arcos. Do velho palácio surgirá parte do Hotel da Vila Galé. Como podemos observar, dos telhados está a ser retirados o madeirame e a telha de meia cana. podemos já observar a moderna "aranha"de alumínio (?). Que irá acontecer ao tão caracteristico sanqueado e beiral dos telhados? Que irá acontecer aos jardins e ao sistema de rega natural pré-existente? Que irá acontecer ao interior do palácio digno de nota, de que a capela é um exemplo?
Destes assuntos falámos aqui  ou  aqui

ROCA DE VELHA OU CONTEIRA

A conteira Hedychium gardnerianum

Floresce sempre no mesmo dia de Agosto (podem ver aqui e aqui ). A sua floração dura muito poucos dias.

ESTALEIROS NAVAIS DO SÉCULO XVI


No Cais do Sodré há mais do que uma praia escondida debaixo do asfalto

"Enorme rampa de lançamento de barcos do séc. XVI foi descoberta debaixo da Praça D. Luís, juntamente com vestígios de estruturas de séculos posteriores.
A descoberta tem menos de um mês. Os arqueólogos encontraram uma enorme rampa de lançamento de barcos do séc. XVI junto ao mercado da Ribeira, em Lisboa. Feita com troncos de madeira sobrepostos, a estrutura ocupa 300 metros quadrados e data de uma época em que a cidade sofria os efeitos de sucessivos surtos de peste e epidemias, graças aos contactos com outras gentes proporcionados pelos Descobrimentos.
Para continuar a trazer de além-mar o ouro, a pimenta e o marfim que lhe permitiam pagar as contas, o reino investia na construção naval, e a zona ribeirinha da cidade foi designada como espaço privilegiado de estaleiros. Os relatos da altura dão conta de uma cidade cheia de escravos vindos de além-mar, mas também de mendigos fugidos do resto do país para escapar à fome.
Os arqueólogos nem queriam acreditar na sua sorte quando depararam com a rampa enterrada no lodo debaixo da Praça D. Luís, a seis metros de profundidade, e muito provavelmente associada a um estaleiro naval que ali deverá ter existido. "É impressionante: é muito difícil encontrar estruturas de madeira em tão bom estado", explica uma das responsáveis da escavação, Marta Macedo, da empresa de arqueologia Era.
No Instituto Português do Património Arquitectónico e Arqueológico o achado também tem sido motivo de conversa, até porque os técnicos desta entidade foram chamados a acompanhar os trabalhos, que estão a ser feitos no âmbito da construção de um parque de estacionamento subterrâneo. A subdirectora do instituto, Catarina de Sousa, diz que esta e outras estruturas encontradas são, apesar de muito interessantes, perecíveis, pelo que a sua conservação e musealização na Praça D. Luís é "praticamente inviável". Como a escavação ainda não terminou, os arqueólogos acalentam a esperança de ainda serem brindados, em níveis mais profundos, com algum barco submerso no lodo, como já sucedeu ali perto, tanto no Cais do Sodré como no Largo do Corpo Santo e na Praça do Município. "É possível isso acontecer", admite Catarina de Sousa.
Musealização em estudo
No séc. XVI toda a zona entre o mercado da Ribeira e Santos era de praias fluviais. Mas não era para lazer que serviam os areais banhados pelo Tejo. Na História de Portugal coordenada por José Mattoso, Romero Magalhães conta como, poucos anos após a primeira viagem de Vasco da Gama à India, "a zona ribeirinha da cidade é devassada pelos empreendimentos do monarca [D. Manuel I] e dos grandes armadores".
Depressa surgem conflitos com a Câmara de Lisboa, ao ponto de o rei ter, em 1515, retirado ao município a liberdade de dispor das áreas ribeirinhas para outros fins que não os relacionados com o apetrecho e reparação das naus, descreve o mesmo autor. São as chamadas tercenas, locais dedicados à função naval e representados em vários mapas da época. Mais tarde a mesma designação passa a abranger também o lugar onde se produziam e acondicionavam materiais de artilharia.
O espólio encontrado pelos arqueólogos inclui uma bala de canhão, um pequeno cachimbo, um pião, sapatos ainda com salto - na altura os homens também os usavam -, restos de cerâmica e uma âncora com cerca de quatro metros de comprimento, além de cordame de barco. Também há uma casca de coco perfeitamente conservada, vinda certamente de paragens exóticas para as quais os portugueses navegavam.
Um relatório preliminar dos trabalhos arqueológicos em curso explica como a zona da freguesia de S. Paulo se transformou de um aglomerado de pescadores, fora dos limites da cidade de Lisboa, num espaço importante para a diáspora: "A expansão ultramarina contribuiu para uma reestruturação do espaço urbano de Lisboa, que se organiza desde então a partir de um novo centro: a Ribeira". Em redor do Paço Real reúnem-se os edifícios administrativos. "É na zona ocidental da Ribeira que a partir das doações de D. Manuel se irão instalar os grandes mercadores e a nobreza ligada aos altos funcionários de Estado, que irão auxiliar o rei (...) na expansão ultramarina e na centralização do poder", pode ler-se no mesmo relatório. A escavação detectou ainda restos de outras estruturas mais recentes. É o caso de uma escadaria e de um paredão do Forte de S. Paulo, um baluarte da artilharia costeira construído no âmbito das lutas da Restauração, no séc. XVII. E também do vestígios do cais da Casa da Moeda, local onde se cunhava o metal usado nas transacções. Por fim, foram descobertas fornalhas da Fundição do Arsenal Real, uma unidade industrial da segunda metade do séc. XIX.
"Esta escavação vai permitir conhecer três séculos de história portuária", sublinha outro responsável pela escavação, Alexandre Sarrazola. Embora esteja ciente de que a maioria dos vestígios terá ser destruída depois de devidamente registada em fotografia e desenho, o arqueólogo diz que algumas das peças encontradas poderão vir a ser salvaguardadas e mesmo integradas no projecto do estacionamento, como já sucedeu com os vestígios do parque de estacionamento subterrâneo do Largo do Camões - ou então transportadas para um museu.
"Face ao desconhecimento do que ainda pode vir a ser encontrado por baixo da estrutura de madeira do séc. XVI está tudo em aberto", salienta, acrescentando que a decisão final caberá ao Instituto do Património Arquitectónico e Arqueológico."*

*Recebido via mail


sexta-feira, 17 de agosto de 2012

O MUNDO QUE PERDEMOS


Imagens da Cinemateca recolhidas antes de 1931

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

LIMPEZA DE TERRENOS NO ALTO DO LAGOAL


Exmo Senhor
Desde já agradecemos o vosso contato que para nós é muito importante.
Informamos que a Câmara Municipal de Oeiras possui a competência de limpeza dos terrenos inseridos no domínio público municipal, sendo estas ações de limpeza realizadas semestral ou anualmente e composta pela desmatação de ervas e limpeza de resíduos.
Os terrenos cuja titularidade é privada, e de acordo com o Regulamento Municipal de Resíduos urbanos (Art.º 30, alínea 3, subalínea E), devem ser alvo de limpeza por parte dos seus proprietários, sempre que manifestem essa necessidade, devendo ainda ser vedados de modo a que não seja possível a descarga de resíduos no seu interior.
Porque à data, a CMO não possui o terreno em questão inscrito no seu cadastro de domínio público municipal, encontramo-nos a encetar esforços no sentido de identificar o seu proprietário.
Contamos brevemente ir de encontro às solicitações/expetativas manifestadas na vossa comunicação com os nossos serviços.
Agradecemos a sua colaboração e continuamos ao dispor para quaisquer outros contatos.
Com os melhores cumprimentos,

Zalinda Campilho
Diretora do Departamento de Ambiente e Equipamento


Departamento de Ambiente e Equipamento
Número Verde: 800 201 205
Localização: http://g.co/maps/rpjeb
Câmara Municipal de Oeiras
Largo Marquês de Pombal
2784-501 Oeiras





De: Município de Oeiras
Enviada: sexta-feira, 13 de Julho de 2012 18:08
Assunto: RE: Limpeza e corte de erva no Alto do Lagoal

Boa tarde,

Acusamos a receção da s/ mensagem e informamos que foi enviada para o Departamento de Ambiente e Equipamento.
Com os melhores cumprimentos,

Município de Oeiras
municipio.oeiras@cm-oeiras.pt
...

Enviada: sexta-feira, 13 de Julho de 2012 16:37
Para: Município de Oeiras
Assunto: Limpeza e corte de erva no Alto do Lagoal


ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DO ALTO DO LAGOAL E VALE DA TERRUGEM
Exmos. Senhores

Chegado o Verão torna-se premente a limpeza de terrenos, bermas e  passeios de algumas ruas deste bairro, a saber:
Rua Bartolomeu Dias
Rua Pêro de Alenquer - terreno cheio de erva seca que no caso de incêndio pode fazer perigar as construções contíguas;
Rua dos Cedros - traseiras das pracetas, onde há alguns anos ocorreu um incêndio que atingiu os prédios;
Rua do Alto do Lagoal - esta rua apresenta um estado lastimoso por via de lixo proveniente de uma borracheira e árvores situadas num nível superior, as bermas ao longo da rua têm erva crescida e seca o mesmo acontecendo com um terreno em frente ao café da ACRA.
Notamos que têm andado equipas envolvidas em trabalhos de grande vulto, necessários com certeza, no Vale da Terrugem (parque urbano) e neste momento da Av. Salvador Allende, junto à via férrea. 
Recordamos, finalmente, que enviámos para esses serviços no dia 19 de Junho, uma mensagem relativa a poda de árvores e arbustos na Rua dos Cedros.

Com os nossos cumprimentos,
Pela Direcção

Número de Pessoa Colectiva 507541960 - Número de Identificação na Segurança Social 25075419608
Sede: Rua dos Cedros, 56 Alto do Lagoal – 2760-025 CAXIAS Tel.: 214432051 ou TM: 933253020





quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Serra da Neve ou Montejunto

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Ruínas do Convento da Reforma de Montejunto (dominicano), do séc. XVIII, nunca concluído.
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Capela de S. João Baptista (séc. XIII).
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Ermida de Nª. Senhora das Neves (alusão à Serra de Montejunto também designada de Serra das Neves), séc. XIII (?).
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Convento dominicano do século XII.
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Ermida de N.S. das Neves e Convento dominicano do séc. XII.
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Saramago, a Passarola e o Memorial do Convento na Serra de Montejunto
"Em Memorial do Convento, José Saramago refere diversas vezes o Montejunto, pois foi na serra do Barregudo, perto do Monte Junto, que a passarola de Bartolomeu de Gusmão teve de aterrar, depois de sobrevoar a vila de Mafra ("Isto aqui é a serra do Barregudo, lhes disse um pastor, e aquele monte além... é Monte Junto."). É daí que o padre Bartolomeu desaparece e é aí que vão Baltasar e Blimunda tratar da conservação da máquina: "Vai Blimunda tomando nota do caminho na sua memória, aquele monte, aquela mata, quatro pedras alinhadas, seis colinas em redondo, as vilas como se chamam, foi Codeçal e Gradil, Cadriceira e Furadouro, Merceana e Pena Firme, tanto andámos que chegámos, Monte Junto, passarola." (p. 268)."

terça-feira, 31 de julho de 2012

FÁBRICA DE NEVE DA SERRA DE MONTEJUNTO

 
Portal de entrada na Fábrica de Gelo, com inscricão datada de 1782 (clique em cima para ampliar) 

Poço de armanezamento no interior da fábrica



Poços de água adjacentes à casa da nora (sistema elevatório)
(clique na imagem para ampliar) 


Tanques de congelação ou geleiras


Simulação das embalagens de gelo prontas a serem expedidas
A Real Fábrica do Gelo fica localizada na Serra de Montejunto. Classificada como monumento nacional em 1997, é a única fábrica em Portugal que fabricou gelo natural (e não a partir da neve, como na Lousã).

Se bem que o fabrico de gelo remonte ao século XVI, para esta fábrica existe informação da sua construção em1741. Em 1782 rcebeu uma ampliação feita pelo neveiro Julião Pereira de Castro. A sua laboração decorreria até 1885.

A água era elevada por uma nora a partir de dois poços cobertos( 3ª. imagem).Quando necessário seguia para um grande reservatório e depois era distribuída por tanques (4ª. imagem) que comunicavam entre si. A água colocada nas geleiras (tanques) podia atingir 15 cm e acabava por gelar. Antes do nascer do Sol o gelo era recolhido e armazenado em dois poços (2º. imagem).
Após ter sido compactado . nos poços, o gelo era cortado e embalado em palha e serapilheira (5ª. imagem). Depois seguia no dorso de burros até ao sopé da Serra, passado para carros de bois que o levavam até ao Tejo onde era embarcado para Lisboa onde chegaria 12 horas depois de expedido. Era consumido na corte e usado para tratamentos nos hospitais..

Imagens recolhidas no local em em 29.07.2012 e informação recolhida em folheto informativo da Câmara do Cadaval.

Apraz-nos registar aqui o excelente trabalho de requalificação do espaço, da sua musealização e preservação dos ataques de vandalismo infelizmente tão frequentes no nosso país.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

BAPTISMO MERGULHO


Data: 11 e 12 de Agosto (manhã ou tarde)

CPAS – Centro Português de Actividades Subaquáticas
Rua Alto do Duque 45, 1400-009 Lisboa
T 213.016.961  |  F 213.020.356

 

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terça-feira, 24 de julho de 2012

LIMPEZA DOS BAIRROS EM TEMPO DE VERÃO


Direção Associação de Moradores do Alto Lagoal e
Vale da Terrugem
(...)

Email nº: 0632/2012

Assunto: Limpeza e corte de ervas no Alto Lagoal.

Informo que dei conhecimento dos factos expostos ao Exmo. Senhor Vereador do pelouro da Câmara Municipal de Oeiras.

 Apresento melhores cumprimentos,

O Presidente da Junta de Freguesia

a) Luís Filipe Viana


De: (...)[mailto:amalvaledaterrugem@gmail.com]
Enviada: sexta-feira, 20 de Julho de 2012 17:57
Para: jf-caxias@mail.telepac.pt
Assunto: FW: Limpeza e corte de erva no Alto do Lagoal


ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DO ALTO DO LAGOAL E VALE DA TERRUGEM

Exmo. Senhor

Presidente da Junta de Freguesia de Caxias

ASSUNTO: LIMPEZA E CORTE DE ERVAS  NO ALTO DO LAGOAL

Chegado o Verão torna-se premente a limpeza de terrenos, bermas e  passeios de algumas ruas deste bairro, também pelo risco de incêndios a evitar, a saber:

Rua Bartolomeu Dias – limpeza do passeio e falta de limpeza do mato nos terrenos cercados do IHRU;

Rua Pêro de Alenquer – dois terrenos (particulares) cheio de mato e erva seca que no caso de incêndio podem fazer perigar as construções contíguas;

Rua dos Cedros – limpeza das traseiras das pracetas, onde há alguns anos ocorreu um incêndio que atingiu os prédios e, ainda,  árvores e arbustos a precisarem de poda junto a candeeiros (quebrando o foco de luz) recentemente instalados na Rua dos Cedros (em particular nas escadas junto ao n.º 64);

Rua do Alto do Lagoal - esta rua apresenta um estado lastimoso por via de lixo proveniente de uma borracheira e árvores situadas num nível superior, as bermas ao longo da rua têm erva crescida e seca o mesmo acontecendo com um terreno em frente ao café da ACRA.

Notamos que na semana passada estiveram equipas envolvidas em trabalhos de grande vulto, necessários com certeza, no Vale da Terrugem (parque urbano) e  Av. Salvador Allende, junto à via férrea. 

Com os nossos cumprimentos,

 Pela Direcção


Número de Pessoa Colectiva 507541960 - Número de Identificação na Segurança Social 25075419608

Sede: Rua dos Cedros, 56 Alto do Lagoal – 2760-025 CAXIAS Tel.: 214432051 ou TM: 933253020

domingo, 22 de julho de 2012

CONFERÊNCIA "OS PESCADORES DE PAÇO DE ARCOS: DESAFIAR A MORTE SOBRE O JUGO DE JUNOT"



"A conferência de Jorge Miranda «Pescadores de Paço de Arcos: desafiar a morte sob o jugo de Junot»"


A CARAVELA AINDA VENCE!

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Hoje pelas 16H00, a saída do Tejo da regata
Assunto já versado AQUI

sexta-feira, 20 de julho de 2012

11º ANIVERSÁRIO DA JUNTA DE FREGUESIA DE CAXIAS

CAMPANHA DE ADOPÇÃO DE ANIMAIS



Câmara Municipal de Oeiras vai promover mais uma campanha de adopção. Esta iniciativa tem como objetivo promover e...Ler MaisCampanha de adoção no Jardim Municipal de Oeiras *

* Informação obtida no sítio da CMO

GRANDES VELEIROS EM LISBOA

‎LISBOA Live - Bom dia Lisboa, aproveite o fim de semana para visitar os Grandes Veleiros -


FEIRA EM OEIRAS

domingo, 15 de julho de 2012

INICIATIVAS E AS PRAIAS DE CAXIAS


"Afrente ribeirinha de Oeiras vai ter duas novas marinas, dois empreendimentos de habitação e hotelaria e vai ainda ver concluída a terceira fase do Passeio Marítimo, um investimento público e privado total superior a 550 milhões de euros, refere o Jornal de Negócios.
Numa visita de barco realizada hoje pela Câmara de Oeiras à orla costeira do concelho, o vice-presidente da autarquia, Paulo Vistas, anunciou os novos projectos para aquela zona.
Uma nova marina na margem direita da foz do Rio Jamor, na zona da Cruz-Quebrada, é um dos projectos previstos e que vai custar 250 milhões de euros, 49 milhões dos quais referentes a investimento público e o restante a investimento privado do Grupo SIL.
Neste projecto está ainda incluída a construção de 325 fogos de habitação, uma unidade hoteleira, estabelecimentos de comércio e serviços, uma nova estação de comboios e um viaduto.
Uma outra marina, desta vez inteiramente financiada pela Câmara de Oeiras (valor que ainda não está determinado), deverá começar a ser construída em 2014 em Paço de Arcos e terá capacidade para 400 embarcações.
Até ao final de 2013, a autarquia pretende ainda arrancar com a terceira fase do Passeio Marítimo, num investimento de quatro milhões de euros, com uma extensão de dois mil metros entre o Forte de São Bruno e a Cruz Quebrada.
Para o Alto da Boa Viagem está contemplado o maior investimento, 300 milhões de euros, que servirão para construir um hotel de cinco estrelas, um complexo habitacional, uma área de serviços e comércio e um pavilhão multiusos que poderá servir para as futuras instalações do torneio português de ténis Estoril Open e para a Casa das Selecções.
Já em 2007, a autarquia tinha anunciado a construção de um pavilhão multiusos no Alto da Boa Viagem - um projecto assinado por Tomás Taveira - que deveria estar concluído até 2009, mas a obra nunca avançou.
Em declarações à agência Lusa, Paulo Vistas admitiu que o investimento previsto é um "esforço muito grande, mas necessário".
"É fundamental para o desenvolvimento da região. Oeiras carecia deste tipo de equipamentos, porque não tínhamos oferta turística face à procura que temos vindo a ter", afirmou o vice-presidente do executivo liderado por Isaltino Morais.
O responsável mostrou-se ainda convicto de que, apesar da actual crise económica, estes projectos turísticos e imobiliários na frente ribeirinha do concelho serão importantes geradores de riqueza e de emprego.
Aumentar a capacidade de atracção de turistas de negócio, náutica e eventos é uma das apostas do executivo, reiterou Paulo Vistas.
Oeiras conta com 11 unidades hoteleiras e ainda este ano deverá inaugurar a Guesthouse - Live in Oeiras, localizado no centro da vila e com capacidade para 12 pessoas.
No primeiro semestre de 2013 deverá também abrir o Palácio dos Arcos, um hotel de cinco estrelas do grupo Vila Galé, situado no centro histórico de Paço de Arcos e que implicou um investimento privado de 10 milhões de euros.
Na visita de hoje, Paulo Vistas informou ainda que os areais de Caxias, Santo Amaro e Paço de Arcos ganharam já o estatuto de praias, motivo pelo qual a autarquia se disponibilizou, no próximo ano, a suportar os custos de um concessionário na praia de Caxias, a única ainda não vigiada."*

*Informação obtida via mail

quarta-feira, 11 de julho de 2012

MINEIROS!


Mineiros em luta (Madrid 10 e 11 Julho)

EXPOSIÇÃO NA SPA SOBRE IGREJAS CAEIRO


Inauguração da exposição dia 12 de Julho de 2012 (próxima quinta-feira), às 18h00.

Homenagem ao autor, actor, político, homem da rádio e da televisão.

Local:
Sala-Galeria Carlos Paredes
Rua Gonçalves Crespo, nº 62 - Lisboa
Ver mapa

Informação em; http://www.spautores.pt/comunicacao/agenda-cultural

sábado, 7 de julho de 2012

O OCEANÁRIO EM OEIRAS


A Câmara Municipal de Oeiras, em colaboração com o Porto de Recreio de Oeiras está a organizar a receção da iniciativa...Ler MaisVaivém Oceanário no Porto de Recreio de Oeiras

quarta-feira, 4 de julho de 2012

FESTIVAL EM OEIRAS


PROGRAMA

O Festival, que se realiza na Fábrica da Pólvora, em Barcarena, conta com o apoio da Câmara Municipal de Oeiras.

O programa, com início sempre às 22:00 [6ªs feiras] é o seguinte:

6 de julho | JUREDURÉ (Calabria, Itália)
13 de julho | GIANCARLO GUERRIERI (Sicília,Itália)
20 de julho | CORDAS DO SOL (Cabo Verde)
27 de julho | GUSTAFI (Croácia)
3 de agosto | JUAN PINILLA (Andaluzia, Espanha)
10 de agosto | CANZONIERE GRECANICO-SALENTINO (salento, Itália)
17 de agosto | JESUS FERNANDEZ (Andaluzia, Espanha)

Bilhetes (a partir dos 3 anos): 2€ (individual), 5€ (família, até 4 pessoas)

LOCAIS DE VENDA:

Receção/Loja da Fábrica da Pólvora de Barcarena, de 3ª Feira a Domingo, 10H00 às 13H00 e das 14H00 às 18H00. Dias de espetáculo, até às 22H00;
Loja de divulgação e informação municipal, C. C. Oeiras Parque (tel. 214 430 799), diariamente, 10H00 às 20H00;
CAMB - Centro de Arte Manuel de Brito, Algés (tel. 214 111 400), de 3ª Feira a Domingo, 12H00 às 18H00;
Posto de Turismo de Oeiras - Palácio do Egipto, Oeiras (tel. 214 408 871), de 3ª Feira a Domingo, 12H00 às 18H00;
Ticketline (sede), Agências Abreu, Casino Lisboa, C. C. Dolce Vita, C. C. MMM, C. C. Mundicenter, El Corte Inglês, Fnac, Galeria Comercial Campo Pequeno, Worten e www.ticketline.sapo.pt; Reservas 1820 (24horas)

CONCERTO EM OEIRAS



ACTIVIDADES NO PALÁCIO DO MARQUÊS DE POMBAL EM OEIRAS

segunda-feira, 2 de julho de 2012

À DESCOBERTA DO PATRIMÓNIO - DO DAFUNDO À CRUZ QUEBRADA

PATRIMÓNIO MUNDIAL

"A maior fortificação abaluartada do mundo, em Elvas, foi classificada como Património Mundial, pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), na categoria de bens culturais.
O conjunto de fortificações de Elvas, cuja fundação remonta ao reinado de D. Sancho II, é o maior do mundo na tipologia de fortificações abaluartadas terrestres, possuindo um perímetro de oito a dez quilómetros e uma área de 300 hectares.co.
De acordo com a LUSA, foram classificadas todas as fortificações da cidade, os dois fortes, o de Santa Luzia, do século XVII, e o da Graça, do século XVIII, três fortins do século XIX, as três muralhas medievais e a mudalha do século XVII, além do Aqueduto da Amoreira."*

*In: http://www.pportodosmuseus.pt/