O Blog do Movimento de Moradores do Alto do Lagoal e Vale da Terrugem

Ponto de encontro e mobilização dos habitantes do Alto do Lagoal e Vale da Terrugem dirige-se, também, a todos os interessados pelas questões da cidadania e melhor qualidade de vida.
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quinta-feira, 4 de junho de 2009

REUNIÃO DA ASSOCIAÇÃO COM A JUNTA DE FREGUESIA DE CAXIAS

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Uma representação da Associação de Moradores foi ontem recebida pelo Sr Presidente da Junta de Freguesia a fim de dar nota de diversas preocupações dos moradores do Alto do Lagoal e Vale da Terrugem. Registámos um conjunto de iniciativas a desenvolver pela Junta de Freguesia nos bairros das Cooperativas CHELAG e CHEPA, a saber:
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Pintura de estacionamentos (quando possível em espinha)
Requalificação de escadas com instalação de guardas ou corrimão.
Conservação de espaços verdes e reposição de espécies
Avisos e suportes relativos a canídeos
Ligação pedonal entre os bairros.
Estacionamento.
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Foi, também, entregue uma carta (a seguir) relativa à obra a decorrer nas escadas da Rua Bartolomeu Dias que traduz a apreciação de moradores e da Direcção da Associação.
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Alto do Lagoal e Vale da Terrugem, 03 de Junho de 2009

Exmo. Senhor
Luís Filipe Vieira Viana
Presidente da Junta de Freguesia de Caxias

ASSUNTO: INSTALAÇÃO DE ESCADAS NA RUA BARTOLOMEU DIAS – ALTO DO LAGOAL

Esta Associação de Moradores manifesta a V. Exa., em representação de moradores do Alto do Lagoal e Vale da Terrugem, o agrado pelo início das obras de requalificação das escadas da Rua Bartolomeu Dias, que dão sequência a outra iniciativa da Junta associada à requalificação de três escadas da Rua Pêro de Alenquer, vai para quatro anos.
Não obstante ter sido opção da Junta seguir um modelo diferente de requalificação das escadas cuja obra se inicia, por oposição ao aplicado anteriormente nos degraus das escadas da Rua Pêro de Alenquer (lintel de pedra calcária e patim em calçada portuguesa) que mereceu o agrado generalizado da população e publicação recente no Boletim Municipal, temos vindo a transmitir à Junta de Freguesia as preocupações legítimas dos moradores, em particular as respeitantes à segurança das escadas.
Como contributo desta Associação para o bom andamento da obra, referimos, a seguir a opinião conhecedora e pertinente de um nosso morador, a saber:
“…o pavimento deverá ser estável, durável, firme e contínuo sendo recomendável um acabamento não polido. Assim, estes revestimentos devem garantir boa aderência na presença de humidade e água, com qualidade de drenagem superficial e de secagem, e uma inclinação entre 0.5 e 2% para escoamento das águas. Sugere-se uma pedra mais porosa com possibilidade de ser mais texturada ou porventura, através de trabalho mecânico, de ser bujardada."

Aproveitamos para recordar que as escadas apresentam lateralmente, quase sempre, desnível acentuado a solicitar a aplicação de guardas que poderão, na maioria dos casos, a menor custo talvez, substituir o corrimão central que se pode mostrar inadequado em face da largura das citadas escadas.

Também nos foi solicitado que interviéssemos no sentido de solicitar que fossem instaladas rampas de acesso pedonal, da Rua Pêro de Alenquer para baixo, onde tal seja possível, por forma a ser dado cumprimento a legislação recente sobre este assunto.

Com os nossos melhores cumprimentos

Pela Associação de Moradores

terça-feira, 19 de maio de 2009

ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE OEIRAS E URBANIZAÇÃO DOS TERRENOS DO IRU (EX-INH)

Clique em cima para ampliar

Abaixo-assinado promovido por moradores da Rua Bartolomeu Dias e Alto do Lagoal, já entregue pelos promotores deste documento na Câmara Municipal, ao Sr. Presidente da Junta de Freguesia de Caxias e a todos os deputados presentes da Assembleia Municipal em 18.05.2009.

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Nota: No final da Sessão, um morador da Rua Bartolomeu Dias tomou a palavra para manifestar a grande apreensão de todos em face da frente em altura das moradias planeadas para esta rua.
De seguida um representante da Associação manifestou solidariedade para com os moradores e realçou aspectos relacionados com a necessidade do reforço e eficácia dos percursos pedonais (uso costumeiro) a implementar, do espaço destinado ao domínio municipal e público e do equipamentos a instalar (referenciados de modo impreciso na planta consultada).
O Sr.Vice-Presidente da CMO sugeriu a marcação de uma reunião com a Sr.ª Directora da Direcção de Planeamento Municipal a fim de se procurar um solução equilibrada e que responda também às necessidades dos bairros limítrofes
Sobre este assunto ver AQUI

A REAL QUINTA DE CAXIAS E O SEU ABASTECIMENTO AUTÓNOMO DE ÁGUA

Para ampliar clique em cima
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Para ver a carta da AMALVT que justificou a resposta em cima clique AQUI

sábado, 16 de maio de 2009

ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE OEIRAS E URBANIZAÇÃO DOS TERRENOS DO INU (EX-INH)

Recebemos de vizinhos, devidamente identificados, o documento em baixo que passamos a divulgar.
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"LOTEAMENTO NA RUA BARTOLOMEU DIAS


Caro Vizinho,

Como já verificou, está em estudo um projecto de construção de 28 lotes de terreno (30 fogos) na Rua Bartolomeu Dias.
Quem estiver interessado poderá dirigir-se à Câmara Municipal de Oeiras e pedir para ver o procº 5464/89 - Divisão de Planeamento – responsável Arqª. Ana Palha.

O processo não foi ainda aprovado, e a altura dos lotes prevista é de 9,5 mts. acima do passeio, iremos ficar com uma parede em frente de nossas casas com se fosse um “muro de uma prisão”.
Relativamente ao estacionamento já é difícil estacionar nesta Rua como irá ser depois? Estão previstos dois estacionamentos dentro dos próprios lotes, mas como podemos ver tanto na R. Pero de Alenquer, como na Rua dos Cedros, em que existem também parqueamentos individuais apenas 10% dos mesmos ou menos são utilizados, poderíamos talvez forçar a que do lado do loteamento houvesse um parqueamento em espinha como existe no nosso lado.
Foram solicitadas cópias de uma planta e das condições técnicas, que assim que estiverem prontas ser-lhe-ão colocadas na caixa do correio. No entanto, e enquanto as cópias não estão prontas, (demoram 15 dias úteis) poderá sempre consultar o processo na CMO.

Um grupo de moradores foi à Assembleia de Freguesia no passado dia 29 de Abril e solicitou ao Presidente da Junta que se inteirasse do Projecto, soubemos ainda que este teria uma reunião com a Arqª Ana Palha no dia 5 de Maio.

Esteja interessado!
É uma parte da qualidade de vida do nosso bairro que está em causa!

Participe na próxima Assembleia Municipal a realizar no dia 18 de Maio pelas 15 H no Edifício da Biblioteca Municipal, o público tem direito à palavra por volta da 18H (quem puder, deverá estar às 15 H) BIBLIOTECA MUNICIPAL DE OEIRAS Av. Francisco Sá Carneiro, 17 - Urb. Moinho das Antas – Oeiras - 214 406 340/ 34/ 35.

Faça perguntas, pedidos de esclarecimento, tire dúvidas. PARTICIPE!!!"

terça-feira, 12 de maio de 2009

FUNDAÇÃO MARQUÊS DE POMBAL




Anúncio recolhido do Blogue Oeiras Local, a quem agradecemos a gentileza

sábado, 25 de abril de 2009

A REAL QUINTA DE CAXIAS E O SEU ABASTECIMENTO AUTÓNOMO DE ÁGUA

Área de Intervenção (a amarelo) na Real Quinta de Caxias (in: Buletim Municipal Oeiras Local Março 09)

Esta Associação dirigiu uma carta ao PCMO, com conhecimento ao PJFCaxias, a propósito do projecto em cima.

Caxias, 20 de Abril de 2009
Exmo. Senhor
Dr. Isaltino Afonso Morais
Presidente da Câmara Municipal de Oeiras

ASSUNTO: A REAL QUINTA DE CAXIAS E O SEU ABASTECIMENTO AUTÓNOMO DE ÁGUA

Em boa hora a CMO e o Ministério da Justiça acordaram na melhor forma de dar uso público ao espaço da Real Quinta de Caxias. Estão a Câmara e os Munícipes de parabéns, não obstante o interesse desta jóia do Património setecentista ultrapassar as fronteiras do Concelho.
Sabemos do interesse da autarquia em promover aquele espaço, dando-lhe a dignidade que já teve, promovendo a sua recuperação o mais possível à imagem da planta existente de meados do século XIX, com original arquivado na Biblioteca Nacional e muito provavelmente nos STCMO, certamente do conhecimento de V. Exa..
Sabemos, também, ser intenção da CMO estabelecer uma ligação pedonal da Quinta com a baixa de Caxias, através de ponte, ou pontes, sobre o rio (canal), talvez complementado por um espelho de água e um pequeno ancoradouro que permita a sua fruição ou até a prática de algum desporto não poluente. Não nos seria difícil imaginar, aqui uma pequena Veneza e, do outro lado a Caxias bucólica do século XVIII.
Persiste uma dúvida, que justificou o envio desta carta a V. Exa. Terá a CMO entendido ser este o momento azado para se proceder à recuperação do sistema de minas e encanamentos que até há pouco tempo traziam a água de Queijas e imediações para a Real Quinta. Até porque tem a CMO gente de saber e habilitada a proceder a tal recuperação que poderá significar a sustentabilidade e autonomia dos jardins (de cheiros e de pomares) a recuperar.
Sabemos do interesse da CMO em recuperar o mais possível o sistema de minas e aquedutos do Concelho. Não obstante, tivemos ocasião, vai para vinte anos, de informar os STCMO da delapidação que estava a ser feita de parte do sistema do encanamento subterrâneo da Real Quinta de Caxias, aquando da construção da Urbanização Jardins do Murganhal. Nesse local, ainda hoje é visível uma estrutura em cantaria, aparentemente abandonada, certamente parte desse extraordinário imbricado de fontes, minas, tubagens, aquedutos e tanques de recolha de água. Estou certo que a centenária tubagem de ferro (conforme Planta já referida) se encontra guardada em algum armazém da CMO visto que me foi dito, então, que a fiscalização havia sido enviada ao terreno.
Temos a expectativa de que algumas destas sugestões estavam já no espírito do decisor. Não obstante, tomamos a liberdade de recordar a opinião, entre outras, da Sra. Doutora Teresa Marat-Mendes, com trabalhos em torno desta problemática, tendo um deles sido objecto de uma comunicação, sobre o PUCS, recentemente promovida pela CMO, no âmbito das Jornadas do Património (Teresa Marat Mendes, Do Aqueduto de Lisboa aos Novos Vazios, CMO, 2008).
Não obstante esta Associação de Moradores estar vocacionada para intervir na área próxima do Vale da Terrugem, não podemos deixar de aguardar com expectativa, como munícipes e fregueses de Caxias interessados, um esclarecimento sobre algumas dúvidas que aqui esboçámos.
Com os nossos melhores cumprimentos,

Pela Associação de Moradores

O Presidente
Para ver mais sobre este assunto ver AQUI e AQUI

segunda-feira, 20 de abril de 2009

DIDEROT E D´ ALEMBERT EM OEIRAS

Diderot e D’Alembert e o movimento enciclopedista
Olga Pombo
"22.Abril - 21h30Auditório da Biblioteca Municipal de Oeiras
O projecto da Enciclopédia ou dicionário Fundamentado das Ciências, das Artes e dos Ofícios nasce com a tradução da Cyclopaedia de Ephraim Chambers que, editada na Inglaterra em 1728, tinha obtido um enorme sucesso. O editor François Le Breton envolve na empresa três livrarias-impressoras parisienses e confiou a tradução ao jovem Denis Diderot. Ele, juntamente com o amigo e matemático D’Alembert, abandonou a ideia de uma tradução e conceberam uma obra mais ampla e completamente nova (...)
Informações:21 440 63 36 - B.M.Oeiras
Informação recolhida no (Oeiras) a ler, a quem agradecemos, e onde pode obter mais elementos.imagem: composição © josé antónio • comunicação visual com imagens DAQUI e DAQUI."
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Com os nossos agradecimentos a ESPAÇO E MEMÓRIA de onde reproduzimos integralmente as imagens e o texto

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

ÂNSIA DE PRIMAVERA NUMA ACÁCIA-MIMOSA EM FLOR


(Clica em cima para aumentar)
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Neste Inverno do nosso descontentamento, de que dizem não haver memória, mais uma imagem de optimismo e exuberância aqui tão perto.
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Para saberes mais sobre esta planta clica AQUI

sábado, 20 de dezembro de 2008

OUTRO TEMPO NUM TERRITÓRIO DIFERENTE

Foto da Estrada Marginal junto a curva do Mónaco em Caxias (Recebido por mail)
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Do Relatório de última sessão participativa, no âmbito da Revisão de Oeiras XXI, promovido pela Agenda XXI Local (Oeiras) respigámos este excerto de um documento participativo:
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"Fui testemunha da força bruta dos bois que lavravam as terras de pão e do trabalho compulsivo de homens e mulheres que o ceifavam, das traineiras carregadas de peixe que aportavam a Paço de Arcos e das varinas, descalças, que o distribuíam; acordava com os disparos das pedreiras que alimentavam Lisboa de pedra; dos golfinhos que entravam no Tejo e das rolas bravas que aos milhares enchiam os ares em época de migração. Memórias, certamente.
Respiguei da releitura dos relatórios das 5 sessões e dos 5 sistemas:

1. Ambiental – “o ambiente natural constitui um pré - requisito onde assentam os outros sistemas – social económico e governativo”…” ambiente é mais que jardins e recolha de lixo”

2. Sócio-Cultural – a referência ao programa habitar Oeiras – nas palavras do Dr. Paulo Vistas “combater a guetização”, acrescentaria “os dormitórios”

3. Económico – “equilíbrio entre a expansão urbanística e os restantes tipos de ocupação do solo”

4. Governação e Participação “maior aproveitamento das iniciativas como forma de dinamização da sociedade civil”

“maior articulação entre o GDM e a DPGU” apresentada pelas equipas de técnicos da CMO

“Pedido da criação do Provedor do Munícipe”

“Promoção do associativismo de moradores e movimentos cívicos”

“Centros de Bairro da Agenda 21 Local de Oeiras”

5. Estrutura urbana – a votação dos participantes no sentido da insatisfação relativa à evolução do ordenamento territorial e urbano do Concelho

E ressalvava, por fim, a notável política de corredores verdes plasmada no PDM, e a referência ao Vale da Terrugem, na fronteira entre Caxias e Paço de Arcos, onde ainda é possível ver nascer um projecto capaz de integrar os espaços urbano e natural, assim as vontades se encontrem, prestigiando, ainda mais, o CONCELHO DE OEIRAS."