Ícone pintado por Emmanuel Tzanes Bounialis, um artista cretense do século XVII (Museu Paulo e Alexandra Canellopoulos, Atenas) (Wikipédia)

Ícone do Cristo Pantocrator. Museu Cristão-Bizantino, Atenas, Grécia.

Replicado a partir do Blogue Oeiras Local a quem agradecemos a gentileza.
Cristo resuscitou!
Veja aqui o programa dos festejos em Vila do Conde Queima do Judas 2010Trabalho plástico de Sónia e Robert Delaunay inspirado na Queima do Judas em Vila do Conde. Este artistas viveram nesta cidade entre 1915 e 1917, desenvolvendo aqui alguns dos seus mais importantes trabalhos.
Deposição de Cristo no Túmulo
Giambattista Tiepolo (Veneza, 1696-Madrid, 1770)
1767-1770
Óleo sobre tela
57 x 43,7 cm
Compra, 2008
Inv. 2185 Pint
Piso 1, sala 52
_____A Deposição de Cristo no Túmulo é um magnífico estudo executado nos últimos anos de vida de Giambattista Tiepolo (Veneza, 1696 - Madrid, 1770), figura central da pintura veneziana do século XVIII. Tiepolo terminou a sua carreira ao serviço de Carlos III de Espanha, ocupando-se, desde 1762, de vastas decorações a fresco no Palácio Real de Madrid e de uma série de quadros de altar para o Convento de Aranjuez. A cronologia da Deposição situa-se certamente entre 1767 e 1770. A obra associa um vibrante tratamento pictórico a um sentido monumental do espaço, apesar do pequeno formato, e incorpora uma carga dramática do tema que reflecte bem a mestria de Tiepolo como genial protagonista do Barroco.
Sendo uma importantíssima e recente aquisição para o acervo do Museu Nacional de Arte Antiga, a Deposição de Cristo no Túmulo junta-se agora a outras duas peças de Giambattista Tiepolo na colecção de Pintura: O Triunfo das Artes, estudo para o tecto executado em 1731 a fresco para o desaparecido palácio Archinto em Milão, e Fuga para o Egipto, obra do mesmo período da Deposição.Para saber mais clique em MNAA
Leonardo da Vinci (italiano, 1452-1519). Última Ceia, 1495-98. Tempera e técnica mista sobre gesso. 460 x 880 cm (15.09 x 28.87 ft.). Convento de Santa Maria delle Grazie, Milão
O tríduo (triduum illud sacrum) começa com a missa vespertina (Última Ceia de Quinta Feira Santa), alcança seu cume na Vigília Pascal e encerra com as vésperas do Domingo de Páscoa.