O Blog do Movimento de Moradores do Alto do Lagoal e Vale da Terrugem

Ponto de encontro e mobilização dos habitantes do Alto do Lagoal e Vale da Terrugem dirige-se, também, a todos os interessados pelas questões da cidadania e melhor qualidade de vida.
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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

CICLO DE CONCERTOS DE ADVENTO

12 de Dezembro de 2010
DOMINGO
16 HORAS
IGREJA MATRIZ DE OEIRAS
Para saber mais sobre este coro ver: http://www.public-art-sound.com/

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

ESTÁDIO MUNICIPAL DE OEIRAS

O campo de futebol do Estádio Municipal de Oeiras já tem um novo relvado sintético, dotado de condições de qualidade para a prática desportiva e para a competição. A obra para sua substituição, realizada pela Câmara Municipal de Oeiras, consistiu num investimento de cerca de 250 mil euros. A inauguração do relvado está marcada para o dia 29 de Outubro, às 18H30, pelo Presidente da autarquia, Isaltino Morais. Para saber mais clique em CMO.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

CONCERTO DE MÚSICA EM OEIRAS


Informação recebida por mail de:
Associação Cultural de Oeiras - Espaço e Memória
Câmara Municipal de Oeiras

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

O LAGAR DE AZEITE DA QUINTA DO MARQUÊS EM OEIRAS







Imagens recolhidas durante a visita da Associação Cultural de Oeiras - Espaço e Memória, no dia 04 de Setembro, ao Lagar de Azeite da Quinta do Marquês, em Oeiras, recentemente aberto ao público. Podem observar-se nas imagens três fases do sistema produtivo: a moagem, a subida da vara e a tarefa.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

O BUGIO É NOTÍCIA


"A criação de um museu e a organização de visitas guiadas no Verão podem ser a solução para a recuperação do “degradado” farol do Bugio, espaço com mais de 400 anos de história, defende a Associação Espaço e Memória, Oeiras.
As últimas obras de recuperação aconteceram há dez anos (Foto: PÚBLICO (arquivo))

Numa visita guiada ao Bugio, organizada pela associação mediante autorização da Direcção-geral de Faróis (DGF), é possível ver brechas na estrutura, antigos instrumentos ferrugentos e esquecidos, e entulho acumulado naquilo que eram, antigamente, as casas dos faroleiros e na capela do Farol.

“O que justifica a existência do Bugio não está lá como demonstrativo a quem o visite, porque enquanto espaço de fortificação é preciso puxar muito pela imaginação para compreender o que se lá passava, e enquanto farol já não tem faroleiros, nem está lá o que fazia parte do seu quotidiano: as casas, os geradores, as comunicações”, descreveu o presidente da Associação Espaço e Memória, Joaquim Boiça.

É neste sentido que esta associação organiza as viagens ao Bugio: para que “o que está longe da vista não esteja longe do coração”. “É uma tentativa de sensibilização: é necessário intervir para que o estado de degradação não se acentue. Mas também é necessário intervir para dar àquele espaço as condições minimamente dignas para que o próprio seja ilustrador da memória do que foi”, disse Joaquim Boiça.

Filho, neto e bisneto de faroleiros, Joaquim Boiça acredita que o Bugio “poderia ser, com a boa vontade de algumas instituições [o espaço é gerido pela DGF e pelo Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico - IGESPAR], um dos espaços mais emblemáticos para visitar na cidade de Lisboa”.

A associação acredita que “nos meses de Primavera e Verão seria possível organizar visitas - com o alto patrocínio da DGF - de modo a dinamizar aquele espaço, dar a conhecer e preservar a parte das memórias que ainda lá estão, sobretudo na zona da capela”.

Além disso, Joaquim Boiça defende que seria “interessante” criar “uma museografia diferente para aquele espaço, pensada para acolher exposições sazonais”.

No entanto, o historiador lembra que, há dez anos, quando aquele farol foi alvo de obras de recuperação pela última vez, “o processo foi complicado”. “Foi necessário sentar à mesa cerca de 20 instituições para recuperar o farol, que ameaçava ruir. Isto diz muito da nossa burocracia. E depois temos a questão financeira: há por aí tanto património por recuperar”, lamentou o presidente da Associação Espaço e Memória.

Joaquim Boiça afirma que, no entanto, tem sido “abordado por muitos visitantes do Bugio que depois de confrontados com a realidade do farol sugerem a criação de uma Liga de Amigos do Bugio, para o valorizar e divulgar”.

“A recuperação de património envolve processos complicados, mas às vezes nasce assim, da iniciativa das pessoas”, disse.

Pensado e construído para defender a entrada de Lisboa, o Forte do Bugio ficou concluído em 1657, depois de quase 70 anos de obras de construção. Desde cedo começa a servir também de farol, albergando faroleiros até ao final da década de 1980."
Artigo publicado no Jornal Público de 30.08.2010
Para ver mais clique AQUI e AQUI

terça-feira, 24 de agosto de 2010

PELOURINHO

Pelourinho* em Oeiras sem cercadura

*"O Pelourinho de Oeiras é um monumento construído no terceiro quartel do século XVIII. Tem um perímetro octogonal e é feito em pedra lioz e mede cerca de 7,20m de altura, sendo encimado por um espigão em bronze. A base engloba três degraus que representam simbolicamente as classes sociais: clero, nobreza e povo. CLASSIFICAÇÃO: Imóvel de interesse público, Decreto nº 23122/33, de 11 de Outubro de 1933." (do Sítio da CMO)

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

CAIXA DE CORREIO EM OEIRAS

Caixa de Correio na Rua Marquês de Pombal, em Oeiras

Notar que se trata de equipamento centenário e raro. Não obstante a posterior implantação da República, esta caixa resistiu ao apagamento do símbolo do regime monárquico - a corôa real.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

VISITA AO CENTRO HISTÓRICO DE OEIRAS


(Brasão da Família Carvalho no fontanário frente à Câmara de Oeiras)

Visita ao Centro Histórico de Oeiras* - José Meco / Jorge Miranda

Sábado, 21 de Agosto 2010 09:30

Ponto de encontro em frente ao edificio da C.M.O.

*Visita orientada pela Associação Cultural de Oeiras - Espaço e Memória

sexta-feira, 26 de março de 2010