quinta-feira, 29 de abril de 2010
quarta-feira, 28 de abril de 2010
AINDA OS ENCONTROS DE HISTÓRIA E PATRIMÓNIO
ECOPONTOS

segunda-feira, 26 de abril de 2010
VANDALISMO?
domingo, 25 de abril de 2010
sábado, 24 de abril de 2010
ENCONTROS DE HISTÓRIA E PATRIMÓNIO


Para eventuais contactos:
ESPAÇO e MEMÓRIA
Associação Cultural de Oeiras
Rua Professor Mota Pinto, Loja N.º 10,
Bairro do Pombal,
2780-275 OEIRAS
Tel: +351 21 441 99 51
sexta-feira, 23 de abril de 2010
OEIRAS CELEBRA DIA MUNDIAL DA ACTIVIDADE FÍSICA
Caminhada, orientação, vela, aulas abertas de fitness, de yoga e de chikung, Street Surfing, jogos tradicionais, insufláveis e rastreios são as actividades que constituem o programa das comemorações do Dia Mundial da Actividade Física, que a Câmara Municipal de Oeiras realiza no dia 2 de Maio, entre as 10H00 e as 13H00, no Porto de Recreio de Oeiras.Para saber mais clique em CMO
quinta-feira, 22 de abril de 2010
OS NOSSOS BAIRROS E A JUNTA DE FREGUESIA
"1. Alteração da plataforma da estação de Caxias e consequência no tempo de acesso à paragem das camionetas (apelo para uma intervenção junto da VIMECA no sentido de ser ajustado o horário).
2. Situação dos pisos (asfalto e passeios) das Ruas Vasco da Gama, S. Gabriel, Bartolomeu Dias e Moreira Rato.
3. Espaços Verdes (reposição de espécies e árvores de grande porte).
4. Instalação de um oleão junto de um ecoponto.
5. Reposição das braçadeiras dos contentores de lixo.
6. Consequências do fim da recolha porta a porta do lixo reciclado (Bartolomeu Dias) no ecoponto da Rua Pêro de Alenquer.
7. Ruas sem ecopontos (Bartolomeu Dias).
8. Iniciativas que visem condicionar a ocupação por carros de ruas de acesso aos Bairros da CHEPA (Ruas Moreira Rato e Alto do Lagoal) e CHELAG (Rua Bartolomeu Dias).
9. Pintura de estacionamentos na Ruas Moreira Rato e Alto do Lagoal.
10.Colocação de dois corrimãos na Moreira Rato (escadas de acesso do n.º 1 junto ao Pedaços de Boca)
e na parede de betão das escadas junto ao n.º 24.
11.Carro abandonado em frente ao Café da ACRA (No declive do Vale da Terrugem).
12.Situação dos Edifícios (parte em ruínas) das Ruas dos Cedros e Bartolomeu Dias (algum alarme
social em relação a este último).
13.Canídeos (cães de porte considerável que circulam livremente).
14.Parque Infantil da CHEPA.
A DIRECÇÃO"
quarta-feira, 21 de abril de 2010
O "SINAL"

O "Sinal" faz parte do sistema de sinalização da barra do Tejo. Situado em terrenos do Forte de Caxias (Campo Entrincheirado de Lisboa), com servidão territorial por forma a manter-se visível e permitir o alinhamento na entrada dos navios nos canais de navegação do rio, certamente que a sua arquitectura foi inspirada num qualquer castelo medieval (com torre e ameias). Pelo menos assim sonhava quem nasceu ali perto, lá pelos anos cinquenta do século passado.
terça-feira, 20 de abril de 2010
segunda-feira, 19 de abril de 2010
DIA MUNDIAL DA TERRA
Dia 22 de Abril - 21H30 - RECITAL "O BARROCO ITALIANO"
Obra de A. Correlli, A. Vivaldi,T. Vitalli e G.Tartini
Pelos solistas da Orquestra de Câmara de Cascais e OeirasPara saber mais clique AQUI
PALÁCIO DO EGIPTO RECEBE EXPOSIÇÃO "LINGUAGEM E EXPERIÊNCIA"
«O Centro Cultural Palácio do Egipto, em Oeiras, apresenta a exposição itinerante “Linguagem e Experiência” - Obras da Colecção Caixa Geral de Depósitos, de 18 de Abril a 20 de Junho. »Para saber mais clique em CMO
domingo, 18 de abril de 2010
ABELHAS EM ESPAÇO URBANO

Não se vê bem mas elas estão lá. O enxame foi visto a chegar e a instalar-se no contentor de reciclagem de matéria orgânica. Não obstante a sua utilidade - activação do processo de polinização de fruteiras e flores, as pessoas que por ali passam ou que vivem perto temem uma acção intempestiva que leve as abelhas a pregarem algumas ferroada. Que fazer para as tirar de lá?
sábado, 17 de abril de 2010
sexta-feira, 16 de abril de 2010
SINAIS DOS TEMPOS?
quinta-feira, 15 de abril de 2010
quarta-feira, 14 de abril de 2010
COOPERATIVAS
Apesar de se referir a Lisboa, este assunto não nos pode deixar indiferentes. Afinal ainda moramos num bairro que nasceu cooperativo e ainda usa esse nome."Câmara municipal vai criar grupo de trabalho para ultrapassar burocracia que trava processos de construção.
Há 1400 famílias que há dez anos pagam verbas a cooperativas de habitação para construírem as suas casas a custos controlados, em Lisboa, mas as obras ainda nem começaram. Segundo explicaram ao DN, está tudo parado à espera de licenças e de aprovações da Câmara Municipal de Lisboa CML (ver caixa). Para ultrapassar a morosidade dos processos burocráticos, a autarquia vai criar um grupo de trabalho que terá como missão fazer a ponte entre as entidades envolvidas na construção e agilizar todos os procedimentos.
A Federação Nacional das Cooperativas de Habitação Económica (Fenache) já reuniu, na segunda-feira, com a vereadora do Urbanismo, Helena Roseta, e com o vice-presidente da CML, Manuel Salgado, para que a construção dos 1400 fogos saia finalmente do papel e passe para o terreno.
O DN soube que a proposta da criação deste grupo de trabalho será apresentada pela vereadora, "talvez, na próxima semana, na reunião de câmara". O objectivo é fazer com que "o movimento cooperativo volte a ter um único interlocutor junto da autarquia, para que os processos não fiquem parados nos vários serviços. Se a proposta for aprovada, rapidamente se forma esse grupo", com elementos dos pelouros da Habitação, Urbanismo, Património e Obras Municipais e dois membros a indicar pela Fenache, esclareceu fonte da CML.
Manuel Tereso, director da Fenache, salientou ao DN que, no fundo, o papel deste grupo será o mesmo de um outro que já existiu na câmara e que foi extinto quando desapareceu a Direcção de Apoio ao Movimento Cooperativo. "Esse grupo acompanhava os processos, era um elo de ligação e fazia a ponte entre as cooperativas e os serviços camarários", explicou.
Tereso recorda que o primeiro protocolo foi assinado em 1990, com o então presidente da CML, Jorge Sampaio, que se comprometeu a ceder terrenos para a construção de três mil fogos a custos controlados. Seguiu-se outro, em 1999, com o seu sucessor João Soares, para a câmara ceder terrenos destinados a 4200 fogos.
"Em 20 anos, foram construídos 2750 fogos pelas cooperativas, que, como contrapartida, dão à câmara 10% dos fogos construídos e 15% dos espaços comerciais criados", revelou Manuel Tereso, sublinhando "nos primeiros dois anos foram atribuídos terrenos para mil fogos, que ficaram concluídos em três ou quatro. O sistema funcionava bem. Agora é complicado. Há projectos à espera de licenciamento ou de outras situações, não permitindo às cooperativas avançar com a construção dos 1400 fogos na zona de Chelas, Alto do Pina, Olaias e noutras "
Imagem e Artigo do Diário de Notícias, de hoje, que poderá ver aqui






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