Mostrar mensagens com a etiqueta Política. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Política. Mostrar todas as mensagens
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
DIA DA INDEPENDÊNCIA
Agora que novos Miguéis de Vasconcelos se perfilam no horizonte, recordemos os nossos antepassados de então e recuperemos o seu exemplo (ainda que sem feriado).
*Imagem Wikipédia
terça-feira, 29 de novembro de 2011
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
CURA DE EMAGRECIMENTO
Os portugueses vivem hoje num país nórdico: pagam impostos como no Norte da Europa; têm um nível de vida como no Norte de África. Como são um povo ao qual é difícil agradar, ainda se queixam. Sem razão, evidentemente.
A campanha eleitoral foi dominada por uma metáfora, digamos, dietética: o Estado era obeso e precisava de emagrecer. Chegava a ser difícil distinguir o tempo de antena do PSD de um anúncio da Herbalife. "Perca peso orçamental agora! Pergunte-me como!" O problema é que, ao que parece, um Estado gordo é caro, mas um Estado magro é caríssimo. Aqueles que acusavam o PSD de querer matar o Estado à fome enganaram-se. O PSD quer engordá-lo antes de o matar, como se faz com o porco. Ninguém compra um bácoro escanzelado, e quem se prepara para comprar o Estado também gosta mais de febra do que de osso.
Embora o nutricionismo financeiro seja difícil de compreender, parece-me que deixámos de ter um Estado obeso e passámos a ter um Estado bulímico. Pessoalmente, preferia o gordo. Comia bastante mas era bonacheirão e deixava-me o décimo terceiro mês (o atual décimo segundo mês e meio, ou os décimos terceiros quinze dias) em paz.
Enfim, será o preço a pagar por viver num país com 10 milhões de milionários. Talvez o leitor ainda não tenha reparado, mas este é um país de gente rica: cada português tem um banco e uma ilha. É certo que é o mesmo banco e a mesma ilha, mas são nossos. Todos os contribuintes são proprietários do BPN e da Madeira. Tal como sucede com todos os banqueiros proprietários de ilhas, fizemos uma escolha: estes são luxos caros e difíceis de sustentar. Todos os meses, trabalhamos para sustentar o banco e a ilha, e depois gastamos o dinheiro que sobra em coisas supérfluas, como a comida, a renda e a eletricidade.
Felizmente, o governo ajuda-nos a gerir o salário com inteligência. Pedro Passos Coelho bem avisou que iria fazer cortes na despesa. Só não disse que era na nossa, mas era previsível. A nossa despesa com alimentação, habitação e transportes está cada vez menor. Afinal, o orçamento gordo era o nosso. Agora está muito mais magro, elegante e saudável. Mais sobra para o banco e para a ilha.*
A campanha eleitoral foi dominada por uma metáfora, digamos, dietética: o Estado era obeso e precisava de emagrecer. Chegava a ser difícil distinguir o tempo de antena do PSD de um anúncio da Herbalife. "Perca peso orçamental agora! Pergunte-me como!" O problema é que, ao que parece, um Estado gordo é caro, mas um Estado magro é caríssimo. Aqueles que acusavam o PSD de querer matar o Estado à fome enganaram-se. O PSD quer engordá-lo antes de o matar, como se faz com o porco. Ninguém compra um bácoro escanzelado, e quem se prepara para comprar o Estado também gosta mais de febra do que de osso.
Embora o nutricionismo financeiro seja difícil de compreender, parece-me que deixámos de ter um Estado obeso e passámos a ter um Estado bulímico. Pessoalmente, preferia o gordo. Comia bastante mas era bonacheirão e deixava-me o décimo terceiro mês (o atual décimo segundo mês e meio, ou os décimos terceiros quinze dias) em paz.
Enfim, será o preço a pagar por viver num país com 10 milhões de milionários. Talvez o leitor ainda não tenha reparado, mas este é um país de gente rica: cada português tem um banco e uma ilha. É certo que é o mesmo banco e a mesma ilha, mas são nossos. Todos os contribuintes são proprietários do BPN e da Madeira. Tal como sucede com todos os banqueiros proprietários de ilhas, fizemos uma escolha: estes são luxos caros e difíceis de sustentar. Todos os meses, trabalhamos para sustentar o banco e a ilha, e depois gastamos o dinheiro que sobra em coisas supérfluas, como a comida, a renda e a eletricidade.
Felizmente, o governo ajuda-nos a gerir o salário com inteligência. Pedro Passos Coelho bem avisou que iria fazer cortes na despesa. Só não disse que era na nossa, mas era previsível. A nossa despesa com alimentação, habitação e transportes está cada vez menor. Afinal, o orçamento gordo era o nosso. Agora está muito mais magro, elegante e saudável. Mais sobra para o banco e para a ilha.*
Ricardo Araújo
Etiquetas:
Cidadania,
Política,
Sociedade.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS
Consulte em CMO os locais das Assembleias ou Secções de voto e os Nºs de inscrição dos eleitores que nelas votam.
terça-feira, 28 de abril de 2009
OEIRAS GLOBAL

Conferência
III Conferência
Oeiras Sustentável
III Conferência
Oeiras Sustentável
1º Painel “Transportes e Ordenamento do Território”
(Auditório Lurdes Norberto, Linda-a-Velha, 28 de Abril, 21h)
Eng.º António Fonseca Ferreira (Presidente da CCDRLVT) - Constrangimentos e potencialidades do novo regime de planeamento urbano: O caso de Oeiras
Arquitecto Ribeiro Telles (Especialista em Planeamento Urbano) - Coesão Territorial
Dra. Marina Ferreira (Ex-Vereadora Lisboa) - Novas Políticas de Estacionamento
Moderador/Relator: Prof. Mário Moutinho (Reitor da Univ. Lusófona/Especialista em Urbanismo)
2º Painel “Ambiente e eficiência energética”
(Palácio Ribamar, Algés, 5 de Maio, 21h)
2º Painel “Ambiente e eficiência energética”
(Palácio Ribamar, Algés, 5 de Maio, 21h)
Dr. Humberto Rosa (Secretário de Estado do Ambiente) - O papel das autarquias na promoção de políticas ambientais
Eng.º Norberto Duarte (Administrador Oeinerge - Agência Municipal de Energia) - A importância da agência municipal de energia de Oeiras: os novos desafios
Eng.º Rui Godinho (Ex-Vereador CML, Administrador EPAL) - Uma política sustentável para o saneamento e tratamento de resíduos urbanos
Moderador/Relator: Dr. João Serrano (Deputado à Assembleia da República
Nota da redacção: Não obstante tratar-se de uma iniciativa que julgamos partidária, parece-nos louvável. Apraz-nos realçar o interessante painel , razão suficiente para que o anunciemos aqui.
Etiquetas:
Cidadania,
Política,
Sustentabilidade
Subscrever:
Mensagens (Atom)



